quarta-feira, 2 de abril de 2008

Paz

É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm...
nas crianças.
A gente tem que arrumar um jeito de deixar pra eles um
lugar melhor.
Para os nossos filhos e para os filhos de nossos
filhos.
Pense bem!

Deve haver um lugar dentro do seu coração
Onde a paz brilhe mais que uma lembrança
Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais
encontrar o caminho da esperança
Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens
Se fazendo irmão, estendendo a mão

Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a Terra inteira feliz

Se você for capaz de soltar a sua voz
Ter um mar, como prece de criança
Deve então começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança

Deixo que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão, dividir o pão.

Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem,
pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm.
A lição que o futuro vem da alma e do coração,
pra buscar a paz, não olhar pra trás com amor.

Se você começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança.

As pérolas

Uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas.


Pérolas são produtos da dor; resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.


As pérolas são feridas curadas.


Na parte Interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada Nácar. Quando um grão de areia a penetra, as células do Nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.


Uma Ostra que não foi ferida de algum modo, não produz pérolas pois as pérolas são feridas cicatrizadas.



· Você já se sentiu ferido por palavras rudes de alguém?
· Já pôs a sua confiança em alguém que lhe enganava?

· Já foi acusado de ter dito e feito coisas que não disse e não fez?

· Já foi traído a ponto de ver seus sonhos ruírem?

· Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

· Já recebeu o troco da indiferença e,

· de algum modo, sente-se injustiçado ou prejudicado por alguém?



Então, produza uma pérola.

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.


Infelizmente são poucas as pessoas que se interessam por este tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

Na prática, o que vemos, são muitas ostras vazias. Não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor...

Tire-o da cabeça

Tire-o da cabeça


Você estava apaixonado por alguém e levou um fora. Acontece mais do que acidente de avião, desastre com romeiros e incêndio na floresta. Corações partidos é o grande drama nacional. O que fazer? Ainda não lançaram um manual de auto-ajuda que consiga eliminar nossa fossa, e dos amigos só podemos esperar uma frase, repetida à exaustão: tire esse cara da cabeça. Parece fácil. Mas alguém aí me diga: como é que se tira alguém de um lugar tão cheio de mistérios?

Gostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que aliás é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto: não gosto mais dele, não quero mais saber daquele prepotente, desapareça, um, dois e já!

Parece que funcionou. Você sai na rua para testar. Sim, você conseguiu: olhou vitrines, comeu um sorvete e folheou duas revistas sem derramar uma única lágrima. Até que começa a tocar uma música no rádio e desanda a maionese. Você não tirou coisa alguma da cabeça, ele ainda está lá, cantando baixinho pra você.

Táticas. Não ficar em casa relendo cartas e revendo fotos. Descole uma festa e produza-se para matar. Você bem que tenta, mas nada sai como o planejado. Os casais que se beijam ao seu lado são como socos no estômago. Você se sente uma retardada na pista de dança. Um carinha puxa papo com você e tudo o que ele diz é comparado com o que o seu ex diria, com o que o seu ex faria. Chamem o EccoSalva.

Livros. Um ótimo hábito, mas em vez de abstrair, você acha que tudo o que o escritor escreve é para você em particular, tudo tem semelhança com o que você está vivendo, mesmo que você esteja lendo sobre a erupção do Vesúvio que soterrou Pompéia.

Viajar. Quem vai na bagagem? Ele. Você fica olhando a paisagem pela janela do ônibus e só no que pensa é onde ele estará agora, sem notar que ele está ali mesmo, preso na sua mente.

Livrar-se de uma lembrança é um processo lento, impossível de programar. Ninguém consegue tirar alguém da cabeça na hora que quer, e às vezes a única solução é inverter o jogo: em vez de tentar não pensar na pessoa, esgotar a dor. Permitir-se recordar, chorar, ter saudade. Um dia a ferida cicatriza e você, de tão acostumada com ela, acaba por esquecê-la. Com fórceps é que a criatura não sai

Revolução da alma

Frase do filme: "O verdadeiro lugar de nascimento é aquele em que lançamos pela primeira vez um olhar inteligente sobre nós mesmos."

Revolução da alma


Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.

Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão de ser da sua vida é você mesmo.

A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe dentro de si.

Pare de procurar a sua felicidade cada dia mais longe.

Não tenha objetivos longe demais das suas mãos, abrace aqueles que estão ao seu alcance hoje.

Se está desesperado devido a problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque no seu interior a resposta para se acalmar, você é reflexo do que pensa diariamente.

Pare de pensar mal de si mesmo, e seja o seu próprio melhor amigo, sempre.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.
Então abra um sorriso de aprovação para o mundo, que tem o melhor para lhe oferecer.

Com um sorriso, as pessoas terão melhor impressão sua, e você estará afirmando para si mesmo, que está "pronto"para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de esperar que a felicidade chegue sem trabalho.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.

Agradeça tudo aquilo que está na sua vida, neste momento, incluindo nessa gratidão, a dor.
A nossa compreensão do universo ainda é muito pequena, para julgarmos o que quer que seja na nossa vida.

"A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las."

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons. (Martin Luther King)

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons. (Martin Luther King)

Meu nome não é Johnny


Pois é, mais um filme brasileiro de 1ª. O cinema brasileiro está evoluindo a olhos vistos. Selton Mello numa atuação de prender a atenção. Digo que

Meu nome não é Johnny



Pois é, mais um filme brasileiro de 1ª. O cinema brasileiro está evoluindo a olhos vistos. Selton Mello numa atuação de prender a atenção. Digo que um bom ator te faz esquecer dele e você passa a ver o personagem (é meio obviu isso, mas não é todo ator que consegue isso não.). Cleo Pires também está muito bem. Eu que fazia pouco caso dela, achando que não era boa atriz, mas nesse filme ela já mudou bastante minha opinião.
Bom do filme, é que o personagem principal ainda vive e esteve junto nas gravações. Isso obviamente aumentou a qualidade do filme.
No Blog do João Estrela (http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/blogjoao/), ele fala da 1ª vez que viu o filme: " Consegui subir as escadas e vi o filme em pé e espremido. Me senti um espião de emoções alheias caindo na própria armadilha. Chorei, gargalhei, sofri, me diverti, como se não fosse eu que estivesse sendo representado. Foi lindo ver o cinema gargalhando e chorando.
Li criticas do filme dizendo: "... a vida de Johnny é mostrada como uma sucessão de episódios que se encadeiam de forma algo aleatória, como se as pessoas não tivessem responsabilidade pelo que fazer." (a crítica toda: http://colunas.g1.com.br/maquinadeescrever/2008/01/08/)

Eu discordo totalmente do que é falado nessa pagina. O filme mostra claramente como a família é importante, independente da classe social. Uma cena que me chamou muito a atenção p/ isso foi quando João dando festa na casa, e o pai no andar de cima. A displicência desse pai e da mãe foi enorme. O que faltou em João foi limite. Ele diz isso à juíza, afirmando não saber a diferença entre o que é dentro e fora da lei, porque na sua vida as coisas foram acontecendo.
A juíza acreditar na mudança do ser humano foi outro ponto forte na minha opinião. No final ela diz "João Guilherme é a prova viva de que é viável recuperar as pessoas. É o atestado de que a nossa luta não é em vão".
A única coisa que faltou p/ mim foi mostrar os efeitos das drogas. Achei que foi muito suave. Mas tirando isso, o filme merece aplausos...

um bom ator te faz esquecer dele e você passa a ver o personagem (é meio obviu isso, mas não é todo ator que consegue isso não.). Cleo Pires também está muito bem. Eu que fazia pouco caso dela, achando que não era boa atriz, mas nesse filme ela já mudou bastante minha opinião.
Bom do filme, é que o personagem principal ainda vive e esteve junto nas gravações. Isso obviamente aumentou a qualidade do filme.
No Blog do João Estrela (http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br/blogjoao/), ele fala da 1ª vez que viu o filme: " Consegui subir as escadas e vi o filme em pé e espremido. Me senti um espião de emoções alheias caindo na própria armadilha. Chorei, gargalhei, sofri, me diverti, como se não fosse eu que estivesse sendo representado. Foi lindo ver o cinema gargalhando e chorando.
Li criticas do filme dizendo: "... a vida de Johnny é mostrada como uma sucessão de episódios que se encadeiam de forma algo aleatória, como se as pessoas não tivessem responsabilidade pelo que fazer." (a crítica toda: http://colunas.g1.com.br/maquinadeescrever/2008/01/08/)
Eu discordo totalmente do que é falado nessa pagina. O filme mostra claramente como a família é importante, independente da classe social. Uma cena que me chamou muito a atenção p/ isso foi quando João dando festa na casa, e o pai no andar de cima. A displicência desse pai e da mãe foi enorme. O que faltou em João foi limite. Ele diz isso à juíza, afirmando não saber a diferença entre o que é dentro e fora da lei, porque na sua vida as coisas foram acontecendo.
A juíza acreditar na mudança do ser humano foi outro ponto forte na minha opinião. No final ela diz "João Guilherme é a prova viva de que é viável recuperar as pessoas. É o atestado de que a nossa luta não é em vão".
A única coisa que faltou p/ mim foi mostrar os efeitos das drogas. Achei que foi muito suave. Mas tirando isso, o filme merece aplausos...

"VOCÊ NÃO TEM QUE VER TODA A ESCADARIA ANTES DE SUBIR O PRIMEIRO DEGRAU "- Martin Luther King

"VOCÊ NÃO TEM QUE VER TODA A ESCADARIA ANTES DE SUBIR O PRIMEIRO DEGRAU "- Martin Luther King


Algumas vezes, ao demorarmos, perdemos definitivamente opções que jamais poderão ser oferecidas novamente. Por isso, você não precisa ter certeza absoluta de uma coisa antes de se lançar para realizar uma tarefa, um projeto de vida, um sonho, uma carreira, um casamento ou o que quer que seja. Porque o conceito de “certeza absoluta” é tão irreal quanto perigoso.

Quanto mais “inteligente e bem informado” você for, mais opções sua mente oferecerá para uma mesma decisão, mais “portas possíveis” surgirão, e maior será sua incerteza sobre qual das direções deve seguir. Cuidado. Quem tem todas as opções do mundo não se decide por nenhuma. E o primeiro objetivo da sua vida não é escolher opções perfeitas , mas ser feliz e ter mais sucesso


Naturalmente, isso não é uma sugestão para a inconseqüência; se você ainda tem dúvidas importantes, não cometa o erro de seguir adiante somente porque outros esperam que você o faça. Busque a certeza sempre, mas a certeza absoluta jamais. Esta costuma surgir no percurso, algumas vezes perto do fim da escadaria, e depende de fatores completamente imponderáveis.

Apenas não aceite submeter sua vida ao desastre silencioso da “paralisia por análise”, aquela mania de só tomar uma decisão depois de reunir milhares de dados, informações e fatos, geralmente quando é tarde demais para seguir adiante. Não espere mais. Cada ano da sua vida é um degrau da escada. Quanto tempo você ainda vai demorar para dar este próximo passo? Como disse Luther King, “você não tem que ver toda a escadaria antes de subir o primeiro degrau”.

Pergunte-se: se eu tivesse somente mais cinco anos de vida, qual seria minha decisão agora? voltar atrás? acelerar? subir o degrau desta escada? trocar agora de escadaria? E se eu tiver mais quarenta ou cinqüenta anos de vida?

Reúna o máximo de informações possíveis, mas decida levando em conta também aquela sensação interna, a intuição, a pele, o inclassificável. Você não é apenas uma máquina, por isso não deve pensar como uma. Você é uma criatura orgânica capaz de captar mais do mundo. Muito mais.

Há momentos em que é melhor não decidir coisa alguma mesmo. Talvez, seja o seu caso agora. Mas, se não for, diga logo “sim”, ou “não” e, se for um erro, você vai descobrir, de uma vez por todas, muito mais rápido do que se ficar eternamente enrolando a si mesmo. Lembre-se, você só não pode cometer erros definitivos, que não possam ser corrigidos. Todos os outros são permitidos e, na verdade, esperados. Você não tem que ver toda a escadaria antes de subir o primeiro degrau. Nem conseguiria, se tentasse.

domingo, 30 de março de 2008

A verdade às vezes dói


Ultimamente tenho percebido o quanto evitamos enxergar certas verdades. Fazemos isso quase como por instinto de defesa, mas na verdade acho que só adiamos certos enfrentamentos que mais cedo ou mais tarde se colocarão bem na frente dos nossos olhos.

Uma dessas verdades é: somos indivíduos. Isso quer dizer, somos responsáveis por nosso próprio destino, nascemos e morremos sozinhos e respondemos por nossas escolhas. Não estamos sozinhos, nunca. Mas a experiência, qualquer que seja ela, só pode ser sentida por nós, vivenciada em momentos únicos que ninguém nunca saberá como são ou sentirá da mesma maneira.

Certo tipo de ignorância nos faz sentirmos menos culpados ou mais confortáveis. Pois quanto mais conhecimentos, mais responsabilidades ganhamos (já dizia o homem-aranha..rsrs). Então, a maioria das pessoas prefere pensar que vive em um mundo inatingível, como se não houvesse nada depois disso aqui e além desse planetinha. A maioria de nós, inclusive, prefere pensar até mesmo que viverá para sempre, só para não enfrentar a realidade da morte. Muitas vezes esse comportamento é até o que mantém a saúde mental dessas pessoas. Talvez, elas não resistissem conviver com a idéia de que um dia deixarão de existir nessa forma que hoje conhecem. É duro aceitar isso, não?

No fundo, eu tenho a impressão de que todos sabem ou sentem uma verdade, mas jogam para debaixo do tapete, deixam para amanhã.
Acho que elas pensam: “Ah, deixa para lá... se for verdade mesmo um dia saberei...”.
A grande tática é colocar uma pedra sobre o assunto que só será retirada quando algo grave acontecer e essa realidade vir à tona. É assim com tudo, em diversos níveis.

Por exemplo: o cara fuma, bebe muito, usa drogas e pensa: “não acontecerá nada comigo. Eu gosto e daí? Se cigarro der câncer mesmo, um dia eu descubro. Tanta gente nem fuma e tem câncer!” Ele finge que não sabe ou que acredita que não está fazendo mal para si mesmo, só para se sentir confortável. E esse exemplo pode ser usado para tudo, para quem come demais, para quem come de menos, para quem adora açúcar, para quem cultiva maus pensamentos, para quem se omite, para quem não se deixa libertar por puro medo. Não entendam meus exemplos ao pé da letra, eles servem só para ajudar a entender esse mecanismo.

Isso serve para tudo na vida. Somos os primeiros a levantar a mão e reclamar de tantas coisas. Mas não somos capazes de assumir a nossa culpa nisso tudo.

Reclamamos do país, mas não fazemos nada para melhorá-lo. (“É tudo culpa do governo!”) Vemos pobreza pelas ruas e não fazemos nada para modificar esse quadro. (“É tudo culpa do governo!”) Vemos coisas erradas desde o aspecto mais amplo (“O mundo está uma droga..olha quanta guerra!”) até o mais micro (“Meu chefe me explora!”, “Meu marido não presta pra nada”). E temos sempre um culpado seja ele Deus, o Presidente ou o Presidente da empresa. A culpa é sempre de algo que está acima de nós e que não resolve nada. Existe sempre alguém que é o responsável. Quando, na verdade, somos nós o espelho maior dessa atitude. Somos egoístas e não trabalhamos pelo bem comum, nunca. Trabalhamos apenas por nós mesmos, pensamos apenas em nossos umbigos, olhando sempre para nossas vontades. E ainda assim, queremos que o mundo melhore, que nossa vida melhore e que sejamos pessoas melhores... sem fazer absolutamente nada para isso.

Não esperemos uma ordem divina ou uma força maior nos mostrar o caminho! Nós, cada um de nós, é importante para uma mudança de postura, para que as coisas funcionem e para que esse seja um mundo mais justo e feliz. Só depende de nós e de mais ninguém.